Pr Driko >//º>
"Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam" - Mateus 9:17
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Só um pouco de fermento
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Como sou tratado?
E EU, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei,
e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja,
contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? I Cor 3: 1 a 3
Posicione-se! Deus está levantando um novo povo, Deus está sacudindo toda terra, Deus está restaurando seus profetas... Há um novo dia a amanhecer, há uma nova história a se cumprir...
Vinho Novo em Odres NovosPr Driko >//º>
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O VÔO DOS BÚFALOS
Este é o título do livro de James A. Belasco & Ralph C. Stayer. Estes dois profissionais ilustram de uma forma bastante interessante a importância e o valor de uma liderança realmente orientada para o desenvolvimento das pessoas.
Segundo Belasco & Stayer, durante muitos anos as pessoas foram treinadas a acreditar que liderança era planejar, organizar, coordenar e controlar. Esse modelo funciona, ou funcionava, na maioria das organizações, muito semelhante a uma manada de búfalos. E foi se tornando antiquado.
A razão é que os búfalos são seguidores absolutamente fiéis de um líder. Eles fazem tudo que o líder quer que façam, vão para todos os lugares que o líder determina. O líder entende a visão, eles porém não.
Nesse tipo de liderança, o líder quer que as pessoas façam exatamente o que ele diz, pensa e age. Qualquer desvio de rota ou ação contrário ao "Grande-Homem", o castigo fatalmente acontece.
Dessa forma, os chamados "líderes de búfalos" acreditam, de boa fé, que estão assegurando que os liderados sejam leais, quando na realidade são submissos. A submissão é vista como respeito, quando na realidade representa "medo", "temor". A lealdade acontece quando o liderado além de submisso, entende o propósito e deseja trabalhar em conjunto para a conquista do mesmo.
O líder de búfalos adora ser o centro do poder, na crença que é esse o seu verdadeiro trabalho. Quando ele não está presente, os "liderados" não sabem o que fazer, e ficam zanzando à espera de uma nova ordem. Relaxam e sentem-se aliviados, porém perdidos, sem a presença do Chefe.
O interessante nesta história de búfalos, é que os primeiros colonizadores da América do Norte identificaram esse fenômeno e puderam dizimar inúmeras manadas de búfalos com enorme facilidade: bastava matar o líder da manada.
Na ausência do líder, os "liderados" não sabiam para onde ir, sendo massacrados sem maiores problemas.
Infelizmente, ainda ouço de alguns líderes a seguinte afirmativa: quando não estou presente, nada funciona nesta equipe.
É importante lembrar que, como líder, o importante não é o que acontece quando você está presente, mas sim ausente.
Todos os gansos são responsáveis por si mesmos, inclusive pelo seu líder à medida que se deslocam, mudando de papel de acordo com as necessidades, alternando-se na função de liderança. Quando muda a tarefa, os gansos são responsáveis pela mudança da estrutura do grupo de modo a poder se acomodar à nova realidade, isso é a maior prova de que conhecem o propósito. Quem já observou um "Vôo de Gansos" afirma que é possível visualizar todos os gansos na liderança. Todos estão preparados para assumíla no momento oportuno.
Os líderes aprendem com rapidez e encorajam os outros: Tanto a se tornarem líderes como a alcançarem o propósito.
E Você?
| Tenta mudar seu próprio comportamento | Tenta mudar o comportamento dos outros |
| Admite que possa estar errado | O problema sempre está nos outros |
| Faz parte da solução dos problemas | Não pode resolver, pois os outros não mudam |
| Enfatiza as possibilidades | Enfatiza sempre os problemas |
| Aceita que as pessoas sejam diferentes | Não aceita o direito que as pessoas têm de serem diferentes |
| Sabe quando deve manter-se firme e quando é a sua vez de ceder | Cede quando deveria manter-se firme e briga por "migalhas" |
| Nunca é velho demais para aprender | Você sabe quantos anos de experiência eu tenho neste assunto? |
| Discorda, mas oferece alternativas | Discorda, mas não oferece alternativas ('bebê-chorão") |
| Administra conflitos abertamente | Não administra, só reclama.Nada faz para mudar a situação |
| Quando não alcança o resultado desejado, muda a estratégia | Continua com a mesma estratégia, mesmo que esteja perdendo |
| Precisamos melhorar sempre, mesmo nas vitórias | Não se mexe em time que está ganhando |
| Desta vez vamos conseguir!! | Já tentamos várias vezes, vai dar errado |
| Nem tudo pode ser mudado, mas nada pode ser mudado ser não for tentado | Não vai dar. É impossível |
| Vamos ouvir os colaboradores | Para que ouvir, eles não sabem nada |
| Cometi um erro e vou corrigi-lo | A culpa não foi minha |
| A Organização onde trabalho têm pontos favoráveis e desfavoráveis A vida é assim. Precisamos estar sempre dispostos a melhorar o que precisa ser melhorado | Só consegue ver aspectos negativos na Empresa onde trabalha. O salário que representa "indenização" pelas horas de infelicidade que passa na Empresa |
Vinho Novo em Odres Novos
Pr Driko >//º>
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ferro e barro
Uma ameaça para nossa existência.....
Uma das características que as equipes devem considerar e reconsiderar é a unidade. Às vezes é bom pensar nos perigos que podem destruir nossas equipes, para nos prevenir e enfrentá-los.. Segue para sua meditação e compartilhamento com sua equipe:
”Meditando em Daniel 2, descobri que nossa missão pode acabar se não tivermos cuidados em nossa mistura. “Como viste, os pés e os dedos eram de barro e em parte de ferro” Dn. 2:41
Ao tratar da visão do rei sobre estes pés parte de barro, parte de ferro, Daniel apresentou três interpretações importantes para nos ajudar a verificar se não estamos na mesma condição em que toda uma poderosa estrutura termina desabando e sendo totalmente destruída. Vamos examinar cada uma dessas interpretações:
v “Isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.” v.41 – Dividido mas com um pouco de força, que pobre consolo. É como alguém metade sadio ou metade forte, quem pode ficar feliz com isso? Quem é metade sadio, é na realidade inteiramente doente, quem é metade forte, é na verdade inteiramente fraco. Não há como nos orgulharmos de alguma força se somos divididos. Nada do que fizermos d importante terá algum valor se estivermos divididos em grupos com pensamentos opostos.
v “E como os dedos dos pés eram em parte de ferro e em parte de barro, assim por uma parte o reino será forte, e por outra será frágil.” v. 42 – O problema é uns serem duros quando outros são moles, ou vice versa. Este descompasso cria muitos conflitos desnecessários, muito sofrimento sem razão. Há tempo para todas as coisas, tempo de endurecer e tempo de ceder, mas é sempre tempo para permanecermos unidos. Assim, todos devem ceder quando é tempo de ceder, e todos devem e endurecer quanto for tempo de endurecer. Mas se um membro da equipe endurecer e o outro amolecer, ambos serão destruídos. Não podemos um passar sobre o outro, nem prevalecer na nossa dureza contra aquele que é mais frágil.
v “Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.” v. 43 – Eles tinham uma união oficial, aparente, mas não interior e real. Se nós estivermos juntos somente por causa do trabalho, do salário, mas seus corações estiverem separados, estaremos fracos e seremos destruídos.
Nosso alvo deve ser o mesmo que Paulo deu aos Filipenses: “Completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude.” Fp. 2:2. Mas isso exige algum sacrifício. Ao rejeitarem este sacrifício, muitos dizem: “Nem Cristo agradou a todos”! Esta frase parece guardar algum significado valioso, mas na verdade, é um pote de mentira venenosa e destrutiva. Devemos estar atentos.
O que as Escrituras nos dizem é: “Pois nem o próprio Cristo procurou agradar a si mesmo”Rm. 15:3. Será que que percebemos a diferença? Entre agradar a si mesmo e agradar aos outros, Jesus escolheu agradar aos outros. Ele que é o Cristo, imagem do Deus invisível, fez assim, quanto mais nós? Vamos nos apressar para viver uma vida em sintonia e união, assim estaremos protegidos das divisões e da destruição.”
Estamos juntos!!!!!!!!!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Compreendendo a Raiva
Compreendendo a Raiva
Quando estamos zangados, nosso corpo responde com defesa ou com ataque, nossos pensamentos com freqüência, estão cheios de planos de retaliação, ou de vingança ou se concentram no quão “injustamente” fomos tratados. Como todos os estados de humor, a raiva é acompanhada de alterações no pensamento, comportamento e funcionamento físico. A emoção da raiva pode variar da irritação à fúria; o quanto ficamos enraivecidos em determinada situação (ambiente social) é influenciado por nossa interpretação do significado do acontecimento. Existe uma variação individual muito grande do tipo de evento que provoca a raiva, uma pessoa pode ficar zangada se tiver que esperar em uma fila e num outro momento, ouvir calmamente críticas quanto a seu desempenho profissional. Uma outra pessoa pode perfeitamente estar satisfeita em esperar em uma fila e em outro momento atacar qualquer um que aponte as suas falhas no trabalho.
A raiva está relacionada à percepção de dano e prejuízo e à crença de que regras individuais importantes foram violadas. Ficamos com raiva se acreditamos que fomos tratados injustamente, magoados desnecessariamente ou impedidos de obter algo que esperávamos alcançar. Não é simplesmente a mágoa ou o prejuízo que nos faz ficar com raiva, mas a violação de regras e expectativas. Imaginemos um homem que perdeu o emprego. Ele sente raiva? Depende. Se ele perde o emprego e considera isso uma decisão justa (talvez porque ele tenha violado alguma regra da empresa ou esta tenha falido), provavelmente não sentirá raiva. Entretanto, se o homem pensar que esta demissão foi injusta (talvez outros tenham violado as regras e não tenham sido despedidos), então ele provavelmente ficará com muita raiva.
A probabilidade de sentir raiva em reposta a um dano não-intencional está relacionada a seu julgamento quanto ao “bom senso” de cada individuo. Por exemplo: em um ônibus superlotado, nós ignoramos quando alguém pisa em nosso pé mais facilmente do que quando o ônibus está praticamente vazio.
Há mais chance da raiva surgir em relacionamentos íntimos, a ligação entre a raiva e a intimidade pode ser melhor compreendida ao reconhecermos que todos nós temos múltiplas expectativas de nossas amizades, relacionamentos amorosos, colegas de trabalho e assim por diante. Quanto mais íntima for nossa relação com alguém, mais provavelmente temos expectativas em relação à pessoa. Para complicar, raramente contamos às pessoas nossas expectativas, ou mesmo estamos cientes delas, até que tenham sido quebradas. Então ficamos magoados, desapontados e, com freqüência, com raiva, daí como resolvemos este impasse ? É importante salientar que aprendemos muito em nossas relações pessoais durante a vida, então, dar um tempo para a raiva amenizar, aproximar-se da pessoa ou pessoas envolvidas na situação desconfortável, e promover a comunicação assertiva é muito satisfatória. Como ? Primeiro elogie a pessoa ou pessoas envolvidas, evidenciando suas qualidades, em segundo, exponha seu ponto de vista sobre a situação passada e em terceiro, sugira ou solicite sugestões para que a situação não ocorra novamente, exercitar a comunicação assertiva sempre, favorece a boa convivência com as pessoas próximas. E o fundamental: PERDÔE SEMPRE!!!!
Pense Nisso!!!
"O dia mais perfeito da sua vida é aquele em que você faz algo para alguém impossível de ser retribuído".
God always is praised.
Dez conselhos em assuntos sexuais para jovens
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Vinho Novo em Odres Novos!
Um big abraço, Pr Driko >//º>
Multidão, Seguidor e Discípulo.
Multidão, Seguidor e Discípulo.
Jesus desenvolveu pelo menos três tipos de relacionamentos e observamos os três tipos de pessoas com quem ele se relacionava freqüentando nossa igreja hoje. Podemos dizer que em toda igreja existe o visitante, o participante e o discípulo.
Vamos chamar o visitante de multidão, o participante de seguidor ocasional e colocar esses dois níveis de relacionamento em contraste com a vida de um discípulo.
1. Jesus e a multidão
O primeiro nível de relacionamento que Jesus teve foi com a multidão (Jo 6.2). O relacionamento que a liderança tem com essas pessoas é um relacionamento de massa, impessoal e distante; um relacionamento de multidão. Esse relacionamento é com irmãos que não têm visão clara de nada: da vida cristã, dos princípios de vitória, do andar no espírito etc. Todas as áreas de sua vida são mais ou menos nebulosas. Vivem em altos e baixos em sua vida cristã.
O que leva alguém a ser multidão?
Evidentemente, existem pessoas que vivem nesse nível de relacionamento por não terem recebido instrução ou ensinamento. Diríamos que são involuntariamente multidão. Mas a maioria faz uma opção por esse nível de relacionamento por inúmeras razões. Vamos ver algumas:
Decepção com estruturas e líderes
Relações frustrantes, escândalos, feridas profundas e decepção com as estruturas da igreja produzem irmãos descrentes de tudo e de todos. Apenas seguem adiante, sem nenhum compromisso com o Corpo. Infelizmente tais pessoas não percebem que a desilusão é o começo do crescimento.
Medo de serem conhecidas
O temor de serem rejeitadas, decepcionadas, exploradas ou manipuladas leva as pessoas a fugirem do compromisso do discipulado. Todavia isso não é uma justificativa para ficarmos à parte do mover de Deus e da vida da Igreja.
Ignorância do melhor de Deus
Alguns acham que a vida espiritual miserável em que vivem é o único modelo de vida com Deus, que seus problemas são apenas seus e que ninguém os ajudaria ou entenderia.
Participação em "obras mortas"
Existem igrejas que produzem crentes da multidão porque não possuem um fluir do Espírito e da Palavra que o confronte e o traga à intimidade com Deus. São igrejas-berçário que se contentam em fazer programação para entreter os irmãos em vez de desafiá-los a uma vida profunda.
Falta de compromisso
Há pessoas que sabem o que Deus quer, convivem com pessoas de visão, no entanto, optam por uma vida descompromissada.
Características da multidão
• Relacionamento distante e impessoal;
• Diálogos sempre muito superficiais, conversas frívolas e fúteis;
• Fraca resposta ao desafio da Palavra de Deus;
• Não aceitam ser cobrados ou confrontados em sua conduta;
• Não se deixam tratar por ninguém;
• Possuem motivação desconhecida, portanto não são confiáveis para qualquer obra ou posição de responsabilidade e liderança;
• O nível de crescimento é baixo;
• São totalmente independentes;
• São infantis, confusos, religiosos e materialistas;
• Nada herdam espiritualmente de seus líderes;
• Fogem de tomar a cruz, pois não toleram o desprazer;
• Possuem uma vida egocêntrica;
• Vivem de aparência.
2. Jesus e os seguidores
O segundo nível de relacionamento de Jesus foi com aquelas pessoas que o procuravam para serem aconselhadas. Os seguidores ocasionais sempre têm alguma ou todas estas características:
• São religiosos e legalistas, alimentam-se da Palavra, mas com uma ótica religiosa e mística;
• São festivos, chegam, marcam presença, dão boas sugestões, estão nos jejuns, mostram-se intensos e desaparecem até a próxima temporada de fogo;
• São místicos, se conduzem com base no fervilhar de sonhos, profecias, visões e fábulas;
• São mornos. Deixam-se tratar apenas superficialmente quando há pressões ou alguma dificuldade.
• Possuem um relacionamento frequente, mas superficial;
• Os diálogos são abrangentes, mas não permitem o tratamento do caráter;
• Possuem uma resposta superficial e até religiosa à Palavra;
• Estabelecem ligações por conveniência com a liderança;
• Fogem de cobrança e de confrontação;
• Vivem estagnadas na apatia espiritual;
• São fiéis às programações, normas e preceitos da estrutura religiosa, mas não se deixam tratar pela cruz;
• Nada herdam espiritualmente;
• Suas opiniões próprias são muito fortes e por isso são fechados para aprender com outros.
3. Jesus e os discípulos
O terceiro nível de relacionamento que Jesus construiu foi com seus discípulos. Neste nível, a proximidade é total, a intimidade e a liberdade com as quais se expressam pensamentos e sentimentos são completas; o compromisso e a renúncia também são totais. As motivações dos discípulos e o potencial de resposta de cada um são intimamente conhecidos e sobre essas bases os desafios são realizados. O discipulado nos fala da aceitação do preço da Cruz. Precisamos entender com clareza isto: discipulado são vínculos formados em Deus, vínculos que implicam em decisão, custos a serem pagos e um objetivo a ser cumprido.
Características do discípulo
• Possui intimidade e transparência para
• Responde de forma completa à Palavra de Deus;
• É submisso;
• Manifesta um crescimento constante e desobstruído;
• É aberto e maleável o suficiente para se deixar tratar;
• Suas motivações são conhecidas;
• É dependente de Deus;
• Possui uma vida de vitória;
• Ao final do processo alcança um ministério reconhecido;
• Possui clareza dos princípios da Palavra de Deus.
Aluizio A. Silva
Enviado por nosso amigo Alex Dias!!!!!
"O dia mais perfeito da sua vida é aquele em que você faz algo para alguém impossível de ser retribuído".
God always is praised.
ENC: FESTA DA PRIMAVERA !!!!!!!!!!!!!!

FESTA DA PRIMAVERA Grande festa que será realizada em 24/10/2009 à partir das 18h, na Rua Carijós, 903 – Vila Alzira – Santo André – SP.
Várias atividades como cantinho “Ula-Ula”, pintura no rosto, muita música, diversão, Lanche Natural, Sucos, Refrigerantes, Frutas, Sorvetes e muito mais!






Você não pode perder!
Garantimos a sua diversão e satisfação, além é claro, de estar cooperando para o crescimento da obra, investindo em vidas para o Encontro com DEUS e transformando uma vida através da sua semente!!! Deus tem algo reservado para sua vida!
Não deixe de participar!
A ENTRADA É FRANCA !!!!!




quarta-feira, 7 de outubro de 2009
ENC: Analgésico!!
ANALGÉSICO
Na tardinha daquela 5ª feira Jesus surpreendeu seus discípulos de um jeito que eles ainda não haviam visto. Gosto das intervenções de Dwight Nelson no texto: "Ele foi até Simão Pedro que lhe disse: Senhor, Tu [enfático no grego] me lavas os pés a mim? Respondeu-lhe Jesus: O que Eu [enfático no grego] faço não o sabes agora; compreendê-lo-á
Disse Pedro: Nunca me lavarás os pés [negativa dupla no grego, para expressar o sonoro protesto de Pedro: não lavarás não!]. Respondeu-lhe Jesus: Se Eu não te lavar, não tens parte comigo". Depois de terminado de lavar os pés, Jesus assentou-se e perguntou aos discípulos, ainda atônitos e desconcertados: "Compreendeis o que vos fiz?"
Há algo intrigante sobre o orgulho, aquela coisa horrível que nos vemos nos outros e que não vemos em nós mesmos, aquela coisa que destrói nossas chances de salvação porque nos convence de que não precisamos de salvação nenhuma. Jesus disse que precisamos, sim, de salvação, e que por isso deveríamos seguir um outro caminho. Deveríamos servir. Deveríamos nos humilhar.
Para C.S. Lewis, o fato de haver expoentes cristãos que no fundo são bem orgulhosos serve de alerta. "Infelizmente"
Ser humilhado, contudo, passar vergonha na frente de outras pessoas, dói, não é mesmo? Veja que Nelson aponta para a cena do lava pés como um poderoso analgésico para essa dor: "se eu aceitar o que for que me torne humilde ou me rebaixe, se eu expressar gratidão a Deus por essa humilhação - altera-se o paradigma normal e carnal do orgulho na minha mente. E quando isso acontece, a dor dessa humilhação literalmente se dissipa".
Isso soa estranho porque na verdade não compreendemos o que Jesus fez e nem o que significa "Se eu não te lavar, não tens parte comigo". É que, para ter parte com Jesus, é preciso deixar que Ele o sirva. É preciso consentir em que Ele se abaixe, pegue seus pés imundos e mexa neles. É preciso deixar que Ele mude as coisas de lugar dentro do nosso coração. É preciso sentir o quão profundo é o impacto da atitude dEle para notar o quanto este mundo - e nós mesmos - precisamos desesperadamente seguir Seu exemplo , deixar nosso orgulho escorrer pelo ralo e olhar cada "semelhante seu que venha prová-lo ou exasperá-lo como um instrumento de graça" (como disse Andrew Murray, citado por Nelson
Pense Profundamente Nisso!!!!!
"O dia mais perfeito da sua vida é aquele em que você faz algo para alguém impossível de ser retribuído".
God always is praised.
QUEM É O TEU DEUS?
Vinho Novo em Odres Novos!
Pr Driko >//º>